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Igualdade de gênero: Hospital Lifecenter defende o papel da mulher


Postado em 06/03/2020




O Hospital Lifecenter é adepto ao Movimento Eles Por Elas (He For She), criado pela ONU Mulheres, entidade das Nações Unidas para a Igualdade de Gênero e o Empoderamento das Mulheres.

O esforço global tem o intuito de envolver homens e meninos na remoção das barreiras sociais e culturais que impedem as mulheres de atingir seu potencial, e ajudar homens e mulheres a modelarem juntos uma nova sociedade.

Então, quando dizemos: “o lugar da mulher é onde ela quiser”, é mais do que uma frase de efeito de redes sociais. Aqui no Hospital Lifecenter as mulheres têm vez e lugar, sempre. Elas ocupam a posição que desejam e que merecem, porque somos uma instituição que defende a diversidade e a igualdade de gênero. E não aceitamos que digam o contrário. Acreditamos que a dedicação e a competência de todos deve ser igualmente recompensada.

Empoderadas da saúde


Aqui homenageamos mulheres que nos orgulham e criaram um grande legado na saúde do nosso país e do mundo. Fizemos uma seleção das Empoderadas da Saúde para nos levar à reflexão sobre quantas descobertas as mulheres foram capazes de trazer. Precisamos trazer à tona esses exemplos. É preciso que as novas gerações se acostumem com as trajetórias de sucesso das mulheres em diversos setores. Assim será possível mudar a cultura de toda a sociedade e alcançar a igualdade de gênero como um caminho inquestionável.

Adriana Melo – provou a relação entre o zika e a microcefalia

Médica obstetra dedicada ao atendimento de gestações de alto risco na Paraíba, foi a primeira profissional de saúde do mundo a apresentar evidências da relação entre esse vírus, transmitido pelo mosquito Aedes aegypti, com os casos de fetos com a malformação congênita. É pesquisadora e presidente do Instituto Paraibano de Pesquisa Professor Joaquim Amorim Neto (IPESQ) e criou o projeto Amor Sem Dimensões, que atua na assistência de crianças com microcefalia na Paraíba.

Ester Sabino e Jaqueline Goes de Jesus – sequenciaram o genoma do coronavírus

Ester é diretora do Instituto de Medicina Tropical (IMT) da USP e coordenadora do Centro Conjunto Brasil-Reino Unido para Descoberta, Diagnóstico, Genômica e Epidemiologia de Arbovírus (CADDE), que estuda outras epidemias como dengue, zika e chikungunya. Jaqueline é pós-doutora pela Faculdade de Medicina da USP e bolsista da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp). Juntas, lideraram o estudo que ajudou, em tempo recorde (48h), a compreender a origem da epidemia do coronavírus no Brasil. Outros países levaram 15 dias para terem resultados semelhantes. A pesquisa liderada pelas brasileiras contou com a participação de pesquisadores do Instituto Adolfo Lutz (IAL) e de cientistas britânicos da Universidade de Oxford.

Ruth Sonntag Nussenzweig – pesquisou a doença de Chagas e a malária

Austríaca por nascimento e radicada no Brasil na infância, cursou medicina na Universidade de São Paulo (USP), em 1948. Na época, destacou-se por suas pesquisas envolvendo a transmissão e prevenção da doença de Chagas. Fez pós-doutorado em bioquímica na França no fim dos anos 50 e, em 1967, publicou uma descoberta a respeito do combate ao parasita causador da malária. Devido à ditadura militar não conseguiu retornar para o Brasil e mudou-se para os Estados Unidos, onde ocupou posições de prestígio na Universidade de Nova York, tornando-se a primeira mulher brasileira membro da Academia de Ciências dos Estados Unidos. A pesquisadora nunca cortou os laços com o Brasil e, entre 2013 e 2018 (ano de seu falecimento), manteve projetos de pesquisa com a Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Seus trabalhos na área de imunologia servem até hoje como guia para o desenvolvimento de vacinas recombinantes.

Françoise Barré-Sinoussi – pesquisadora que descobriu o HIV

A virologista francesa foi premiada com o Prêmio Nobel de Medicina pela descoberta do HIV em 1983. Há mais de 30 anos trabalha para melhorar as condições de prevenção, cuidados e tratamento da doença nos países em desenvolvimento. Já assinou junto com outros autores mais de 240 publicações científicas, proferiu centenas de conferências por todo o mundo e formou outros pesquisadores. Foi presidente da International AIDS Society (IAS), é membro ativo de vários comitês científicos e sociedades, presta consultoria à Organização Mundial de Saúde (OMS) e ao Programa Conjunto das Nações Unidas sobre o HIV/Aids.

Muitas mais


Quer conhecer mais mulheres empoderadas?

A entidade sem fins lucrativos Gênero Número, que tem como propósito dar visibilidade a dados e a evidências relevantes para o debate sobre equidade de gênero, lançou a plataforma Open Box da Ciência. Ali estão identificadas 250 mulheres que protagonizam a pesquisa brasileira. Há uma sessão de Pesquisas Biológicas e de Pesquisas da Saúde. Confere lá!

Compartilhe esse texto em suas redes sociais e conte quais empoderadas você deseja homenagear nos 365 dias do ano.
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