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Infarto silencioso: como detectar?


Postado em 06/01/2021




O que é infarto silencioso? Já faz parte do senso comum que sentir dor no peito, ou dor no pescoço que irradia para o braço pode ser a tão temida falha no coração. Porém, a doença pode não ser detectada com esses sintomas clássicos e ser, até mesmo, assintomática. Por outro lado, o órgão pode dar sinais de que algo não vai bem muito antes do episódio de infarto em si. Mas, esses sinais podem ser mais discretos ou terem semelhança com outros males da saúde.

Normalmente, o eletrocardiograma é capaz de detectar o infarto silencioso, associado ou não a exames de sangue e análise de enzimas. Mas, ao não identificar os sinais, a pessoa não busca ajuda médica. Assim fica elevado o risco de mortalidade com a doença. De acordo com o Ministério da Saúde, anualmente 300 mil brasileiros sofrem de infarto, ocasionando um óbito a cada dois minutos. Isto é, não é uma doença que pode ser desconsiderada.

De acordo com a Sociedade Brasileira de Cardiologia, um terço das pessoas que infartam não sentem os sinais clássicos. Fazem parte desse grupo mulheres, idosos e pessoas com pessoas com diabetes do tipo 2.

No primeiro caso, as mulheres tendem a não apresentar os sinais clássicos do infarto, além disso, tendem a buscar ajuda tardia. No segundo caso, a falta de sensibilidade à dor ou ao batimento irregular do coração está associado à anatomia do coração que vai mudando com o avançar da idade. Já a diabetes camufla o infarto devido aos altos níveis de glicose que causam danos aos nervos do coração. Com isso, a sensibilidade diante da dor também diminui.

 

Sinais menos comuns podem não ser percebidos


O coração é um órgão tridimensional. Dependendo da parede do coração que sofre o infarto, o sintoma pode ser associada a outro órgão, ou seja, irradiar para uma área diferente. Esses sinais podem aparecer com uma semana de antecedência ao acometimento do infarto.

Esses sinais podem ser confundidos com:

>> Dor no abdome

>> Azia

>> Dor nas costas

>> Dor na mandíbula

>> Cansaço excessivo

>> Falta de ar

>> Suor intenso e repentino

O cansaço excessivo e repentino é caracterizado quando até as tarefas simples do dia a dia, como atravessar uma rua ou subir um lance de escadas, ficam mais difíceis.

A falta de ar está relacionada ao fato de o órgão bombear o oxigênio, logo, seu mau funcionamento afeta também os pulmões.

Suor intenso e repentino é um sintoma que está presente em cerca de 30% dos casos de infartos no país.

Se essas dores não passarem com analgésico ou se o cansaço e falta de ar não cessarem com o repouso, é recomendado buscar ajuda médica imediata. O ideal é que o socorro ocorra antes das 6 primeiras horas de manifestação dos sintomas.

 

Grupos que precisam ficar atentos ao possível infarto silencioso


As pessoas que se identificam com os grupos abaixo devem ficar alertas aos sinais mais raros.

>> Risco primários: pressão alta, diabetes, colesterol elevado, histórico de infarto na família, tabagismo.

>> Riscos secundários: sedentarismo, estresse e obesidade.

Ao notar um sinal silencioso ou, se estiver em um dos grupos de risco, agende uma consulta com o cardiologista. É importante investigar e acompanhar a saúde do seu coração.

Está com sintomas “silenciosos” e dor ou pressão no peito? Vá imediatamente ao Pronto Atendimento. Quando mais rápido chegar no serviço de urgência menor o índice de sequelas.

 

Rotina de cuidado com o coração


Dê atenção ao seu coração muitos sinais podem indicar que algo não vai bem.

 
Não se acostume com os desconfortos! Se perceber que algo não está normal, agende uma consulta médica ou busque o Pronto Atendimento. Certas emergências não podem esperar.

Diagnósticos precoces contribuem, e muito, com os tratamentos e com a qualidade de vida.

Acesse o nosso site para agendar consultas, conheça nossas especialidades médicas e a lista de convênios atendidos.

É preciso cuidar bem da saúde para uma vida mais confortável e feliz. Por isso, é recomendável agendar as consultas médicas de rotina e fazer exames para saber se está tudo bem.

Bons hábitos como alimentação saudável e prática de exercícios são os maiores preventivos de doenças. Mas, acompanhar como anda a sua saúde também. Para isso, é recomendado fazer o check-ups.

 

5 motivos para fazer o check-up


Motivo 1: prevenção

Ele previne o desenvolvimento de doenças, sejam elas graves ou mais brandas, pois as detecta precocemente.

Motivo 2: conheça você mesmo

Muitas pessoas mal sabem que possuem determinada doença e sofrem a vida toda sem saber a razão. Por outro lado, com o acompanhamento médico você conhece melhor o seu corpo e possibilita a busca de uma vida saudável.

Motivo 3: check-up não é sinônimo de diagnóstico de doença

Muitas pessoas fogem de ir ao médico, ou de fazer exames com medo do diagnóstico. É preciso quebrar esse tabu, médico não é sinônimo de doença e sim de saúde!

Motivo 4: fuja da bateria de exames desnecessários

Sua idade, gênero, fatores genéticos e familiares devem ser avaliados, então, não precisa se preocupar com a agenda cheia de compromisso com a saúde. O médico fará uma análise individual e recomendações mais precisas.

Motivo 5: só uma vez por ano

O acompanhamento anual é suficiente para a maioria das pessoas. No entanto, é o especialista quem vai recomendar a periodicidade.

 
Atenção: fazer check-up não anula a necessidade de buscar ajuda outras vezes. Ou seja, se sentir que algo não vai bem ou tem um sintoma que incomoda (como os do infarto silencioso), retorne ao especialista. O corpo é uma máquina dinâmica.

Dica bônus

Nunca fez acompanhamento médico regular? Então, vá ao clínico geral ou a um cardiologista.

Tem histórico na família de doenças graves. Busque, portanto, a especialidade de referência. Exemplo: diabetes na família? Busque um endocrinologista.

 

Leia mais


> Hospital Lifecenter: referência em cardiologia

> 5 dicas para prevenir doenças cardiovasculares

> 8 dicas para prevenir e controlar a diabetes

 
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