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    Memória: falhas são normais ou sinais de alerta?


    Postado em 26/05/2020


    Quem nunca se esqueceu onde deixou o celular, o horário de um compromisso ou onde estacionou o carro? Esses episódios de esquecimento esporádicos são normais, pois a memória humana é seletiva e guarda apenas o que é mais importante para nossas vidas. O problema é quando se tornam mais frequentes e começam a causar prejuízos na vida da pessoa. Quando isso ocorre, é hora de buscar ajuda médica.

    Com o passar da idade, tais situações devem ser observadas com um pouco mais de cuidado. Conforme explica o coordenador da neurologia do Hospital Lifecenter, Daniel Isoni, o que pode ser considerado normal na terceira idade é apenas uma certa lentificação ao resgatar informações que a pessoa já tem armazenadas no cérebro. “Mas quando o idoso começa a contar casos repetidamente, têm dificuldade em recordar fatos recentes, não sabe que dia é hoje, esquece compromissos, um sinal de alerta se acende”, comenta.

    De acordo com ele, esses casos devem ser examinados em detalhes por um especialista, pois podem estar relacionados a diversas doenças, como ansiedade, depressão, deficiência de vitaminas, disfunções metabólicas, alterações de glicose e sífilis, ou até mesmo as conhecidas demências (por exemplo, o Alzheimer ou as demências vasculares, ligadas a problemas de circulação de sangue no cérebro).

    Com um diagnóstico precoce, pode ser realizado um tratamento que ataque as causas do esquecimento, resultando em melhor qualidade de vida para o paciente.

    Entenda o Comprometimento Cognitivo Leve (CCL)


    Atualmente, os manuais médicos trazem um termo para diferenciar as falhas de memória que fogem ao esperado em relação ao envelhecimento, mas ainda não geram transtornos nas atividades diárias dos pacientes, dos quadros demenciais estabelecidos. Estamos falando do Comprometimento Cognitivo Leve (CCL). Trata-se de problema bem comum no Brasil. Pesquisa realizada pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) estima que cerca de 13% dos idosos tenham essa condição. E o mais preocupante é que um indivíduo com CCL tem uma probabilidade até 12 vezes maior de desenvolver o Alzheimer.

    Contudo, há diversas maneiras de prevenir essa deterioração das funções cognitivas. “Ao longo de toda a vida, e não só na terceira idade, é fundamental que as pessoas mantenham hábitos saudáveis, como a prática regular de atividades físicas. O consumo de alimentos frescos e naturais como azeite, frutas, legumes, cereais, leite e queijo, que integram a chamada dieta mediterrânea, também tem ótimos efeitos sobre a saúde do corpo e da mente”.

    Para as pessoas que têm menos de 50 anos de idade, as causas mais comuns para falhas de memória são estresse, ansiedade, depressão ou abuso de drogas, já que a demência precoce é extremamente rara.

    Identificando os sinais do Comprometimento Cognitivo Leve


    >> Julgamento: cresce a impulsividade e a pessoa tem dificuldades em lidar com questões do dia a dia.

    >> Planejamento: a organização de tarefas torna-se bem difícil para esses pacientes.

    >> Atenção: a pessoa fica desorientada e tem dificuldade em entender as conversas.

    >> Linguagem: as palavras fogem da memória e as conversas do dia a dia tornam-se difíceis.

    >> Memória: fatos recentes são esquecidos com mais facilidade.

    Exercite sua memória


    >> Tente reduzir o uso de sites de pesquisa, da agenda do celular e de lembretes para rememorar informações essenciais, como nomes e números de telefone mais importantes. Com isso, você treinará seu cérebro para guardar tais informações..

    >> Leia bastante! O hábito da leitura te coloca em contato com um universo de palavras, imagens e histórias inéditas. Isso manterá seu cérebro ativo e pronto para guardar novas memórias.

    >> Por último, um truque muito valioso: repita para si mesmo em voz alta algo que você precisará se lembrar depois. Por exemplo: estou estacionando meu carro na vaga G12; estou guardando meus documentos na gaveta do criado.

    Cuide-se: os inimigos da memória


    Para avaliar clinicamente o estado mental de um paciente, mensurando seu déficit de memória, os médicos dispõem de diversas ferramentas. Uma delas é o Mini Exame do Estado Mental (MEEM), que abrange questões sobre orientação, memória e atenção. A segunda parte avalia habilidades específicas como nomear objetivos e compreender contextos. Dessa forma, o médico terá em mãos informações sobre a memória recente e registro da memória imediata, orientação temporal e espacial, atenção e cálculo e linguagem — afasia, apraxia e habilidade construcional.

    Para determinar o nível de comprometimento cognitivo, o teste MoCA (Avaliação Cognitiva de Montreal, na tradução da sigla para português) é comumente aplicado em conjunto com o MEEM. É considerado um instrumento mais detalhado para medir as funções cognitivas e adequado para pacientes com níveis de escolaridade elevados.

     

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    Este post possui 2 comentários.
    Responder Silvia 22/06/2020 18:17:26

    Gostei muito da explicação

    ResponderDra. Livia, assessora virtual do Hospital Lifecenter2020-06-25 13:15:59

    Agradecemos pelo retorno, Silvia. Todas as semanas temos novos textos sobre saúde aqui no blog. Sugira assuntos que gostaria de ler por aqui.

    igiupamedoget 29/06/2020 15:08:24

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    urafekeyifaca 29/06/2020 15:33:03

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    inalpilenineb 29/06/2020 15:57:34

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    ubolulani 29/06/2020 16:22:48

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    afidekov 29/06/2020 16:44:52

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    eiboutayos 29/06/2020 17:09:53

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    Rômulo Ribon 07/07/2020 15:59:46

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    Rômulo Ribon 07/07/2020 16:00:06

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