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    Asma e cuidados com a saúde na pandemia de COVID-19


    Postado em 04/05/2020


    A asma afeta mais de 6 milhões de brasileiros e 235 milhões de pessoas no mundo. Os dados são do Ministério da Saúde (MS) e da Organização Mundial da Saúde (OMS). Quando não controlada, a doença impõe limitações ao cotidiano, ao passo que seu tratamento envolve medidas simples como o uso adequado de medicamentos, hábitos saudáveis e a higienização regular das mãos para impedir outras infecções. Esses cuidados evitam crises respiratórias, manifestações graves da doença e a superlotação dos hospitais, tratando-se, inclusive, de fatores decisivos durante a pandemia de COVID-19. É importante lembrar, ainda, que pessoas com doenças crônicas, como a asma, são mais suscetíveis às complicações do novo coronavírus.

    Por coincidência, enquanto o mundo combate a COVID-19, três debates importantes de saúde caíram na mesma data. O Dia Mundial do Combate à Asma, que é celebrado na primeira terça-feira de maio desde 1998; e o Dia Mundial de Higienização das Mãos e o Dia Nacional do Uso Racional de Medicamentos, que têm suas campanhas anuais no dia 5 de maio. E, conforme vimos, os três temas estão diretamente relacionados.

    O que é asma?


    De acordo com a OMS, a asma é uma condição pulmonar causada pelo inchaço e estreitamento dos tubos que transportam ar para os pulmões, provocando dificuldades respiratórias esporádicas. Ela se manifesta geralmente na infância, mas também se desenvolve em pessoas de todas as idades.

    Os sintomas mais comuns são dificuldade de respirar e tosse seca. Conforme alerta a Organização, não há cura para a asma, mas o tratamento pode ajudar a controlar esses aspectos, gerando mais qualidade de vida.

    Vários aspectos ambientais e genéticos podem gerar ou agravar a asma. Condições climáticas como baixas temperaturas, ar seco ou umidade excessiva contribuem para o descontrole da doença. Nesse sentido, os riscos são maiores durante o inverno, principalmente porque abrimos menos a casa, diminuindo a ventilação e a renovação do ar.

    Os fatores genéticos, por seu turno, estão mais relacionados ao histórico familiar de asmáticos e de portadores de outras doenças respiratórias, além da obesidade, uma vez que pessoas com sobrepeso estão mais propensas ao desenvolvimento processos inflamatórios como a asma. Confira as principais perguntas e respostas sobre a doença.

    Asma grave


    Conforme esclarece a Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (ASBAI), a asma pode ser considerada grave quando permanece incontrolada apesar dos tratamentos indicados pelo médico. A doença pode ter consequências nefastas, por exemplo, alterações no funcionamento dos pulmões e dificuldade extrema para respirar, a ponto de demandar ventilação mecânica ou até mesmo ocasionar a morte se não houver intervenção médica adequada.

    A OMS, por sua vez, relata que a gravidade e a frequência dos sintomas variam de pessoa para pessoa. Diante disso, quando os sintomas pioram significativamente, configura-se um ataque de asma. Esses ataques podem ser fatais, mas são em grande parte evitáveis ​​e gerenciáveis através de exames regulares e o tratamento correto.

    A Organização reforça que, diante de um ataque de asma, o paciente deve respirar devagar, com regularidade, e seguir as instruções do seu plano de tratamento. Também é essencial entrar em contato com um médico rapidamente.

    Veja algumas dicas para o controle da asma.

    Perigos da automedicação


    A automedicação é uma prática perigosa e de grande risco para a nossa saúde. Nos últimos cinco anos, segundo o Ministério da Saúde (MS), foram registrados cerca de 60 mil casos de internações por automedicação no Brasil.

    Segundo destaca o MS, no caso de doenças tal qual a asma, a prática pode trazer consequências graves como reações alérgicas e dependência. Ainda, pode aumentar a resistência de micro-organismos e inibir a eficácia dos remédios.

    Por esse motivo, é primordial buscar uma orientação médica para indicar o tratamento medicamentoso mais adequado em cada situação. Pessoas com asma também podem utilizar os recursos da Vídeo Consulta para manterem o contato e realizarem consultas de rotina com os médicos que acompanham seu tratamento.

    Asma e os riscos com a COVID-19


    A ASBAI reforça que as pessoas com asma podem estar em risco particular diante de uma infecção por coronavírus. Sendo assim, durante a pandemia de COVID-19, é recomendado que os asmáticos mantenham o controle da doença e as boas práticas como a higienização das mãos e o distanciamento social. Acesse o nosso Guia Para Cuidar Da Saúde Em Casa.

    Conforme artigo da Academia Americana de Alergia, Asma e Imunologia, a COVID-19 não parece causar exacerbações da asma, mas, de qualquer forma, é sempre importante que os pacientes asmáticos mantenham a doença sob o melhor controle possível, para que seus pulmões estejam bem preparados caso alguma infecção ou alérgeno leve a uma exacerbação da doença.

    Outro estudo, publicado na Biblioteca Nacional de Medicina dos Estados Unidos, indica que as infecções virais podem influenciar tanto o desenvolvimento quanto o grau de severidade da asma. De acordo com a pesquisa, as infecções respiratórias virais em crianças e adultos asmáticos frequentemente causam a obstrução aguda das vias aérea e chiado.

    Uma estratégia recomendada para lidar com a enfermidade durante a pandemia é a utilização da pré-triagem virtual, realizada com segurança e comodidade. Com esse recurso tecnológico é possível avaliar os pacientes rapidamente, tirando suas dúvidas em relação aos sintomas e direcionando-os ao tratamento clínico mais adequado.

    Asma x bronquite


    Quando falamos de doenças respiratórias é comum que as pessoas confundam a asma e a bronquite, que são problemas diferentes, apesar de apresentarem sintomas semelhantes. 

    Para o Ministério da Saúde é importante diferenciar as duas enfermidades. A asma é uma doença crônica e sem cura, caracterizada pela inflamação das vias aéreas inferiores. A bronquite, por outro lado, consiste na inflamação dos brônquios, órgãos que levam e trazem o ar a cada respiração. A exposição a substâncias químicas, como o tabaco, promove o desenvolvimento da bronquite crônica, que tem como principal sintoma a tosse com secreção por um longo período.

    Lavar as mãos: medidas de controle de micro-organismos


    Cerca de 80% das doenças infecciosas podem ser evitadas por meio de boas técnicas de lavagem das mãos, de acordo com a OMS. Pesquisas também revelam que a medida pode impedir de 50% a 70% de infecções por água e de origem alimentar.

    Recomendada pela OMS e diversos órgãos de saúde, a estratégia tem se mostrado eficaz contra a propagação do novo coronavírus. Esse controle é fundamental não apenas para a população em geral, mas também para pessoas com condições médicas subjacentes como a asma, que podem apresentar maior risco diante da contaminação pela COVID-19.

    Asma na terceira idade


    A asma afeta 10% da população mundial de idosos, sendo que 5% dos asmáticos apresentam sintomas após os 60 anos, indica a ASBAI. Em parte desse grupo ela coexiste com outras condições, como a baixa imunidade, a obesidade e a doença pulmonar obstrutiva crônica.

    Além disso, a Associação revela que a subnotificação é um problema comum em relação à doença e que, nessa faixa etária, provoca um aumento da morbidade. Isso porque os idosos podem sofrer modificações significativas de suas características clínicas e funcionais.

    Ademais, a doença é comumente desencadeada por fatores ambientais e, por essa razão, evitar os gatilhos pode ser eficaz no seu gerenciamento. É também importante observar e tratar as demais comorbidades que possam influenciar o controle da asma.

    Asma e vida com qualidade


    Estudos apontam que a asma influencia diretamente na qualidade de vida dos pacientes e de suas famílias. Essa condição respiratória pode afetar cada indivíduo de uma maneira diferente. Por exemplo, algumas pessoas podem ter dificuldades nas atividades cotidianas de trabalho e estudos devido aos sintomas da doença; outras precisam cuidar de um membro da família com a enfermidade.

    Todavia, por meio do manejo adequado, é possível melhorar a qualidade de vida dessas pessoas. De acordo com o Ministério da Saúde, a definição do tratamento se dá a partir dos sintomas, da avaliação funcional e do histórico clínico do paciente. Nesse sentido, pode ser indicado o uso contínuo de medicamentos com ação anti-inflamatória (controladores), sendo os corticosteroides inalatórios (bombinha) os mais utilizados.

    Dessa forma, o tratamento medicamentoso, atrelado a medidas educativas, ameniza os sintomas e proporciona bem-estar ao paciente e a seus familiares.

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