Serviços Hospitalares
  • Consultas e exames
  • Pronto Atendimento
  • Cirurgias e Procedimentos
  • Diagnóstico e tratamento de lesões intra cranianas
  • Embolização de tumores benignos e malignos e mal formações vasculares
  • Laboratório de Hemodinâmica
  • Terapia Intensiva
  • Internação Hospitalar
Especialidades Médicas
  • Anestesiologia
  • Arritmologia cardíaca
  • Cardiologia clinica
  • Cardiologia Intervencionista
  • Cirurgia bariátrica
  • Cirurgia buco-maxilo-facial
  • Cirurgia cardiovascular
  • Cirurgia coloproctologica
  • Cirurgia de cabeça e pescoço
  • Cirurgia de coluna
  • Cirurgia de joelho
  • Cirurgia de mão
  • Cirurgia de quadril
  • Cirurgia endovascular
  • Cirurgia geral e digestiva
  • Cirurgia ginecológica
  • Cirurgia hepato-bileo-pancreatica
  • Cirurgia otorrinolaringológica
  • Cirurgia plástica estética e reparadora
  • Cirurgia torácica
  • Cirurgia urológica
  • Cirurgia vascular
  • Clínica médica
  • Coloproctologia
  • Dermatologia
  • Eletrofisiologia cardíaca
  • Endocrinologia
  • Gastroenterologia e Nutrologia
  • Ginecologia
  • Hematologia
  • Hemodinâmica
  • Hepatologia
  • Infectologia
  • Medicina de urgência
  • Medicina Interna
  • Nefrologia
  • Neurocirurgia
  • Neurologia
  • Neurorradiologia
  • Oncologia
  • Ortopedia e traumatologia
  • Ortopedia Oncológica
  • Otorrinolaringologia
  • Reumatologia
  • Terapia intensiva de adultos
  • Urologia
Especialidades Multiprofissionais
  • Enfermagem
  • Fisioterapia
  • Fonoaudiologia
  • Nutrição e dietética
  • Psicologia Clínica Hospitalar

Blog

Ruptura do tendão de Aquiles e agora?


Postado em 29/01/2021




A ruptura do tendão de Aquiles, também chamado de tendão do calcâneo, é uma lesão causada pelo rompimento total ou parcial da área. O tendão, que possui cerca de 15 cm, pode ser rompido quando extenuado, causando dor, imobilidade e outros problemas imediatos.

Os tendões são parte essencial do movimento do corpo humano. Presentes em praticamente toda a sua extensão, eles são responsáveis por conectar os músculos com ossos ou órgãos. Assim, permitem que a força da contração e extensão muscular gerem movimentos voluntários.

Outra importância dos tendões é a manutenção da postura corporal. É com a contribuição destas faixas de tecido fibroso que humanos podem mexer e equilibrar suas articulações. No caso do tendão de Aquiles, é fundamental para o processo locomotor. 

Quando ele está enfraquecido ou sobrecarregado, pode haver a ruptura e, com isso, além de provocar dor, prejudica as atividades cotidianas que necessitem de força, articulação e equilíbrio. Por isso, é uma questão médica que deve ser atendida rapidamente com busca de ortopedista especializado.

Existe a ruptura parcial, em que apenas uma seção do tecido é rompida, e a ruptura total, em que o tendão se divide por completo. Ainda que as duas formas apresentem riscos, a ruptura completa exige diferentes cuidados.

O que causa o rompimento


Existem múltiplas causas possíveis da ruptura do tendão de Aquiles. Em parte, acomete praticantes de esportes de alta intensidade e que façam movimentos repentinos, como corrida e saltos. Esportes como futebol e levantamento de peso são causas comuns da lesão, por exigirem força e equilíbrio nos pés. Outro fator relacionado à atividade física é a prática inadequada, sem a realização de aquecimento ou feita acima da capacidade da pessoa. Quem treina em excesso ou volta à atividade física intensa após uma pausa mais longa, também corre riscos.

Por outro lado, o sedentarismo também apresenta riscos. Nessa situação, pessoas que não praticam exercícios podem sofrer a ruptura do tendão de Aquiles durante atividades cotidianas: quedas, torções e até por ter que correr inesperadamente. Pacientes mais velhos devem redobrar a atenção porque o desgaste muscular pode gerar sobrecarga nos tendões e torná-los suscetíveis a acidentes. É importante, a qualquer sinal de dor na região ou dificuldade de movimentação, consultar o ortopedista.

Pacientes com tendinites crônicas na região também devem se atentar para o risco da lesão. Artrite, diabetes e obesidade também podem desgastar o tecido, tornando-o mais propício a romper. Pessoas que utilizam sapatos inadequados, como saltos muito altos e solas que não absorvem o impacto da caminhada, também devem atentar-se para o risco da prática aos tendões.

De acordo com a Associação Brasileira de Medicina e Cirurgia do Tornozelo e Pé, é mais comum em homens na faixa dos 30-40 anos e atletas, mas o problema pode atingir pessoas de qualquer idade, com ou sem atividade física regular. Por isso, todos devem estar atentos a sintomas, fatores agravantes e riscos.

Sintomas para se atentar


Os primeiros sintomas que levantam suspeita dos pacientes de que não é apenas uma distensão muscular ou entorse são a dor aguda e forte na parte traseira da perna e/ou tornozelo e um estalo que é audível quando o tendão se rompe. 

Outros sintomas, que podem aparecer no momento da lesão ou se agravar na sequência, são dores, vermelhidão e inchaço da área, impossibilidade de movimentar ou apoiar o pé e falha na tentativa de andar, principalmente se o rompimento for total.

Como é feito o diagnóstico


Quando o paciente apresenta os sintomas listados acima, é muito importante se consultar com o ortopedista para não agravar o problema. O diagnóstico é feito com base no histórico, nos hábitos do paciente (como a prática de atividades físicas de alta intensidade) e com exame físico.

O médico irá perguntar sobre o momento da lesão, caso tenha ocorrido com um acidente como queda ou torção, analisar outras questões de saúde do paciente como histórico de tendinite e/ou fraqueza muscular e outros fatores.

No exame clínico físico, o ortopedista deve sentir o tendão para analisar se há descontinuidade no tecido. Ele também faz uma análise da resposta: o paciente se deita virado para baixo e dobra um joelho. Ao pressionar o músculo da parte traseira da perna, um tendão saudável faz com que o pé se movimente nessa posição. Se o médico nota que o pé não se movimenta, é um sinal da ruptura do tendão.

Além disso, podem ser solicitados exames de imagem como ultrassom, radiografia, ecografia e ressonância magnética, que mostram se a ruptura é parcial ou completa e sinalizam outros problemas em potencial na região, como a tendinite, que agravam o quadro.

Você no centro do cuidado


O Hospital Lifecenter possui uma Central de Consultas com mais de 20 especialidades incluindo ortopedia em Belo Horizonte. A equipe médica está preparada para atender pacientes com sintomas de ruptura do tendão de Aquiles com todos os cuidados e eficiência necessários para facilitar o diagnóstico. Você pode fazer agendamento online e por telefone (31) 3279-2222 ou whatsapp (31) 9 9890-9916.

Prognóstico


Existem duas modalidades principais de tratamento. A opção mais conservadora envolve repouso e cuidados fisioterápicos e é um processo mais longo. A opção cirúrgica pode tornar a recuperação mais rápida, mas não é indicada em todos os casos.

A escolha pelo tratamento depende do grau da lesão, da idade e nível de atividade física do paciente e estilo de vida. Nas rupturas totais, a cirurgia se torna necessária.

Opções de tratamento para o tendão de Aquiles


O tratamento conservador é feito à base de imobilização. Isto é, o paciente tem a área envolta por uma bota ortopédica ou uma tala. São esses dispositivos que permitem ao tendão ficar em uma posição adequada para cicatrizar. 

Durante o processo, é imprescindível evitar ondas longas distâncias, colocar peso sobre o pé, subir escadas, entre outros. Com isso, o paciente evita maior desgaste e garante a cicatrização. 

Já nos casos em que o ortopedista indica a realização de cirurgia, o procedimento possui mais etapas. Em primeiro lugar é feito um corte na região do tendão. Em segundo lugar, o médico então coloca pontos que unem as duas partes. Além disso, após a cirurgia, é necessária também a imobilização. O paciente fica com a bota ou tala por até 8 semanas. E, acima de tudo, não deve colocar o pé no chão, fazendo o uso de muletas.

Os pacientes podem apresentar preocupação na realização de cirurgias durante a pandemia, mas o Hospital Lifecenter está preparado para atender os casos necessários, com múltiplos protocolos de minimização de risco, reformulação do fluxo de atendimento, triagem de pacientes, higiene e desinfecção.  

Em ambos os casos, tanto com a imobilização quanto cirurgia, a fisioterapia é parte essencial do tratamento. Deve ser realizada para a reabilitação dos movimentos do tornozelo e evitar reincidência. De acordo com a indicação do cirurgião ortopedista, pode ser feita ainda durante a imobilização, múltiplas vezes na semana.

A recuperação após a ruptura do tendão de Aquiles dura de 6 a 8 meses com o tratamento adequado. Pacientes que fazem o tratamento cirúrgico costumam ter uma recuperação mais rápida e menos chances de reincidência. Mas, em ambos os casos, é necessária a atenção para evitar causar danos ao tendão durante a cicatrização.

Leia aqui como minimizar as chances de uma possível ruptura do tendão.


Prevenção e cuidados em atletas e outros grupos de risco


>> Aquecimento adequado antes de atividade física.

>> Alongamento das pernas.

>> Alternância entre atividades de alto e baixo impacto.

>> Não aumentar muito repentinamente a intensidade dos exercícios.

Prevenção e cuidados em não atletas


>> Evitar o sedentarismo.

>> Utilizar sapatos adequados com o amortecimento correto.

>> Consultar com um ortopedista em caso de tendinite, dor nas articulações ou outras queixas que podem agravar e levar à ruptura.
Este post possui 0 comentários.

Deixe um Comentário