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    Será que é virose? Veja os tipos, principais sintomas e mais!


    Postado em 01/10/2020




    A virose é um termo generalista que engloba diferentes tipos de infecções virais. Por ser um termo tão amplo, muitos pacientes ficam desconfiados quando recebem este diagnóstico. Entretanto, não há razão para isso.

    As viroses são realmente males comuns e passageiros. E, na maioria das vezes, o próprio sistema imunológico do corpo humano é capaz de combater os vírus. Mas isso não quer dizer que não devemos compreender melhor esse tipo de doença, não é mesmo?

    Abaixo você confere mais sobre o que é virose, qual a diferença entre as infecções respiratórias e gastrointestinais, quais os principais sintomas, tratamentos e muito mais! 

    O que é virose?


    De acordo com o Dr. Guilherme Lima, infectologista intensivista e coordenador de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Lifecenter, é considerada uma virose qualquer infecção provocada por um vírus.

    E isso vai de uma gripe comum ao novo coronavírus (COVID-19), que são exemplos de virose respiratória, até às hepatites virais (A, B, C, D e E). E também temos as infecções virais gastrointestinais, que podem atingir o estômago e o intestino, por exemplo.

    Quais os sintomas da virose?


    Os sintomas mais comuns nos casos de virose respiratória são:

    > Dores de cabeça;

    > Coriza;

    > Tosse;

    > Dores no corpo, nos olhos e na face;

    > Febre.

    Já no caso das viroses gastrointestinais, temos como principais sintomas as dores abdominais, diarréia, náusea e vômito.

    E como nos lembra o artigo da Fiocruz, também há viroses que podem ser assintomáticas.

    Por que o médico não pediu exame?


    Muitas vezes os pacientes se frustram quando são diagnosticados com uma virose sem que o médico peça algum exame.

    Sobre isso, Dr. Guilherme explica que são observados diferentes fatores que auxiliam no diagnóstico. Além dos sintomas, são considerados a idade do paciente, a época do ano, etc. “Principalmente no inverno, com o frio e o tempo seco, as viroses respiratórias são mais comuns”, complementa o médico.

    Nos casos de virose gastrointestinal, não há uma sazonalidade tão definida. “Mas é importante pontuar que mais de 80% dos casos de diarréia aguda são causados por infecções de vírus ou bactéria”, pontua Dr. Guilherme.

    Com estes dados, é possível identificar algumas possibilidades de diagnóstico. E se não há suspeitas de uma infecção bacteriana ou outros males, chegamos na virose.

    O infectologista acrescenta que como as infecções virais costumam passar com o tempo, não faz sentido investir em exames para identificar o tipo específico de vírus. Com exceção, é claro, do momento atual com a COVID-19 e com outras doenças causadas por vírus de maior letalidade e características especiais.

    Qual o tratamento para virose?


    Como vimos acima, as viroses tendem a passar com o tempo. Isso porque o sistema imunológico de cada pessoa é capaz de criar anticorpos que agem contra o vírus.

    Por isso, como nos explica Dr. Guilherme, as ações indicadas para combater a virose focam no tratamento dos sintomas. Assim, também é possível diminuir o desconforto do paciente.

    Dessa forma, muitas vezes é indicado repouso, hidratação e medicamentos que agem contra tosse, coriza e febre.

    Quais os grupos de risco em caso de virose?


    Dr. Guilherme pontua que, quando falamos de grupo de risco, estamos nos referindo ao grupo de pessoas que, se acometidos pela doença, têm mais chance de evoluir mal. Mas isso pode variar muito dependendo do vírus.

    Por isso, se tratando da amplitude do termo virose, é mais interessante pensar nos grupos que estão mais sujeitos a contrair os vírus respiratórios comuns.

    “Crianças, por exemplo, têm muito mais chance de ter viroses do que adultos”, esclarece o médico. “Porque elas ainda não possuem tantos anticorpos”.

    E quem está com a imunidade baixa?


    Pessoas imunodeprimidas ou que estejam com a imunidade baixa têm maior dificuldade para combater a infecção viral. Dessa forma, existe também a possibilidade da evolução da virose para um quadro clínico mais grave.

    Mas Dr. Guilherme tranquiliza: “A maioria dos vírus tem uma evolução bem tranquila. São só alguns vírus específicos em alguns pacientes específicos que têm possibilidade de evoluir mal, e estes casos são avaliados mais de perto”.

    O que fazer em caso de desidratação?


    Principalmente no caso da virose gastrointestinal, o quadro de desidratação é uma preocupação de muitos pacientes.

    Sobre isso, o infectologista explica que no caso de diarréia aguda, é importante buscar o atendimento se identificado evacuação com sangue e também se o paciente estiver com a pressão arterial mais baixa do que o habitual. 

    “Qualquer sinal de disfunção dos órgãos também é um alerta”, diz o médico. “Ou seja, se a pessoa está com tanta diarréia que deixa de urinar, fica confuso, um pouco letárgico, ou com alterações de consciência. No caso de muitas náuseas, vômitos a ponto de não conseguir se alimentar e se hidratar via oral, também é necessário buscar o atendimento médico”.

    Como evitar o contágio da virose?


    Dr. Guilherme nos explica que as viroses são infecções contagiosas. Ou seja, uma pessoa pode passar a doença para outra. 

    No caso dos vírus que acometem o estômago e o intestino, causando as chamadas viroses gastrointestinais, o contágio geralmente se dá pela via fecal-oral. Isso quer dizer que se alguém por alguma razão contamina as mãos com coliformes fecais e leva à boca, ela pode se contaminar com algum vírus.

    “A infecção também pode acontecer no preparo dos alimentos”, Dr. Guilherme completa. “Por exemplo, se alguém infectado prepara um alimento sem a higiene adequada das mãos, ela pode infectar outras pessoas na refeição”.

    Logo, nos casos das viroses gastrointestinais, a prevenção se baseia principalmente na higiene de mãos. E este também é um passo para evitar as viroses respiratórias.

    O infectologista coloca que “todas as medidas que a gente vem divulgando amplamente para o controle da disseminação do coronavírus se aplicam a nível de gripes e outras doenças respiratórias virais”. Ou seja, os passos indicados para evitar o contágio de viroses respiratórias são:

    > Lavar as mãos;

    > Evitar o contato da mão com o rosto;

    > Evitar ambientes pouco arejados e o contato próximo com muitas pessoas;

    > Manter uma distância maior que um ou dois metros.

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