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Blog

Doenças cardiovasculares e os riscos com a COVID-19


Postado em 20/04/2021




Entenda a relação dos problemas no coração e a COVID-19. Dados da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) revelam que cerca de 50% dos brasileiros possuem doenças crônicas como hipertensão arterial e cardiopatias. Com a pandemia de coronavírus, as taxas de mortalidade associadas a doenças cardiovasculares podem aumentar significativamente. Isso porque o vírus representa um risco específico para pessoas com condições médicas subjacentes.

Dr. Caio Ribeiro Alves Andrade, coordenador da cardiologia e da UTI Cardiovascular do Hospital Lifecenter, acrescenta sua leitura sobre os estudos post mortem. Isto é, na autópsia de pacientes acometidos pela COVID-19. Segundo o médico, os pacientes têm apontado a concentração de trombos no coração desses pacientes. Isso pode ser imputado às inflamações causadas pelo vírus.

Vários estudos apontam essa relação dos problemas no coração, as chamadas comorbidades, e a COVID-19. Leia mais neste artigo.

Apontamentos científicos: problemas no coração e COVID-19


Um estudo realizado na China, pelos pesquisadores do Hospital da Universidade de Wuhan, mostrou que os pacientes graves com COVID-19 têm alta prevalência de doenças cardiovasculares (DCVs) e hipertensão. Os dados foram coletados de 187 pacientes contaminados hospitalizados. Dentre eles, 66 tinham DCVs, incluindo hipertensão, doença coronariana e cardiomiopatia, e 52 apresentavam lesão do miocárdio.

Os resultados não sejam conclusivos quanto às características epidemiológicas dos grupos de risco ou a um risco específico associado a essas condições. No entanto, os pacientes com doenças crônicas como hipertensão e cardiopatias apresentam um maior risco diante da COVID-19. “Essas pessoas, ainda mais do que a população em geral, têm que se proteger, pois quando adquirem o vírus podem evoluir com casos mais graves. Elas têm maior taxa de internação hospitalar, de uso de ventiladores mecânicos, e as taxas de mortalidade nesses grupos são maiores”, diz Dr. Caio Ribeiro.

Publicado no The Lancet, outra pesquisa retrospectiva, desenvolvida no Hospital Jinyintan em conjunto com o Hospital Pulmonar de Wuhan, buscou definir o curso clínico e os fatores de risco para a mortalidade de 191 pacientes adultos internados com a COVID-19. Algumas comorbidades estavam presentes em quase metade dos pacientes. A hipertensão a mais comum, seguida de doença arterial coronariana (causada pelos depósitos gordurosos dentro das artérias). Como resultado, os pesquisadores identificaram que, ao longo do curso clínico, o impacto das doenças subjacentes aumentou com a deterioração promovida pela COVID-19. Além disso, foi maior nos pacientes não sobreviventes em comparação com os sobreviventes.

Fique atento aos cuidados com o coração


Há ainda pesquisas acerca dos efeitos da hipertensão arterial nos pacientes com coronavírus. Uma delas, publicada na Biblioteca de Medicina dos Estados Unidos, sugere que a hipertensão pode estar associada a um risco até 2,5 vezes maior da COVID-19 grave e fatal, principalmente entre os idosos. O estudo também reforça a importância da identificação dos preditores clínicos de doenças graves. É o caso da hipertensão. O objetivo é a otimização dos recursos de saúde.

Agora que o mundo entende melhor a relação dos problemas no coração e a COVID-19 é preciso ficar mais atento à saúde do órgão. Então, leia as perguntas e respostas mais frequentes sobre doenças cardíacas da Organização Mundial da Saúde (OMS).

Prevenção e combate à Hipertensão Arterial


Um relatório acadêmico publicado no Diário Americano de Hipertensão demonstrou que o coronavírus afeta, com frequência, os pacientes hipertensos, e apontou também que a hipertensão é mais comum em idosos. Por tal razão, esse grupo vivencia um risco maior de experimentar formas e complicações graves com a infecção pela COVID-19.

A hipertensão arterial é uma doença crônica causada por níveis elevados da pressão sanguínea nas artérias. Ela demanda do coração um esforço além do normal para que o sangue seja distribuído corretamente no corpo.

De acordo com a SBC, a enfermidade pode causar Acidente Vascular Cerebral, por infarto agudo do miocárdio ou doença renal crônica. E, ainda, a hipertrofia do músculo do coração, gerando uma arritmia cardíaca. Diante disso, sua prevenção está diretamente relacionada a hábitos de vida saudável. Sendo assim, diminuir a quantidade de sódio na alimentação é indispensável. Afinal, seu consumo indiscriminado aumenta o risco de hipertensão, entre outras doenças cardíacas.

Visando o combate à hipertensão, o Ministério indica a adoção de um estilo de vida saudável, desde a infância até a terceira idade. Isto é, é preciso incluir uma alimentação diversificada e a prática de exercícios físicos. É também fundamental a realização de exames de saúde pelo menos uma vez por ano. Conheça os hábitos que previnem a hipertensão.

Já o tratamento é viabilizado pelo Sistema Único de Saúde (SUS), o qual disponibiliza gratuitamente medicamentos nas Unidades Básicas de Saúde e pelo programa Farmácia Popular.

Acompanhe as orientações da Liga Mundial de Hipertensão para hipertensos com COVID-19.

Principais problemas cardíacos da população brasileira


Conforme pontua a Sociedade Brasileira de Hipertensão, doenças cardíacas são condições que dificultam ou impedem a boa circulação sanguínea no organismo. Veja abaixo como elas podem ser classificadas.

>> Doença arterial coronariana

>> Alterações nos batimentos cardíacos

>> Parada cardíaca

>> Doenças das válvulas cardíacas

>> Doenças cardíacas congênitas

>> Cardiomiopatias

>> Pericardite

>> Disfunções da aorta

>> Doenças vasculares
Confira 5 dicas de prevenção.

Nesse sentido, o Ministério da Saúde (MS) aponta o infarto agudo do miocárdio, a insuficiência cardíaca, a arritmia cardíaca e a doença arterial coronária como as doenças cardiovasculares mais comuns no Brasil, afetando, por ano, cerca de 300 mil pessoas. As estimativas também mostram que 31,5% dos óbitos no país são provocados por DCVs.

A OMS, por sua vez, alerta que os fatores de risco predominantes no caso de doenças cardiovasculares consistem em dietas não saudáveis, sedentarismo, tabagismo e consumo abusivo de álcool. Ela reforça que os indivíduos mais suscetíveis ao desenvolvimento de DCVs podem demonstrar:

>> Aumento da pressão arterial
>> Glicose e lipídios
>> Sobrepeso e obesidade.
Clique aqui para calcular o seu risco coronariano.

Confira aqui, em outro artigo do blog do Lifecenter, 5 dicas para prevenir doenças cardiovasculares.

Atendimento cardiológico de excelência no Hospital Lifecenter


O Hospital Lifecenter possui uma completa infraestrutura para o atendimento cardiológico, constituída por ambulatórios, Pronto Atendimento, unidades de internação, UTI cardiovascular, hemodinâmica e cardiologia intervencionista, serviço avançado de arritmologia com eletrofisiologia, estimulação cardíaca artificial, cirurgia cardiovascular e métodos propedêuticos complementares. Saiba mais aqui sobre a nossa estrutura e excelência em cardiologia.

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Este post possui 6 comentários.
Responder Tady Souza 19/05/2020 08:39:02

Muito esclarecedores os conteúdos desta publicação. Tenho muito interesse em continuar a receber novos posts. Parabéns ao LifeCenter por mais esta inovação.

ResponderHospital Lifecenter2020-06-15 11:21:47

Agradecemos pelo retorno, Tady. Todas as semanas temos conteúdos novos! Vamos enviar a atualização para você, por e-mail em nossas news.

Responder alex 30/07/2020 14:55:05

a hipertensão é o grande veneno que a hipertensão é o grande veneno que adquirimos quando não conseguimos parar de fumar

ResponderDra. Livia, assessora virtual do Hospital Lifecenter2020-08-05 18:51:21

Oi, Alex! Realmente, dois grandes problemas para a saúde: hipertensão e tabagismo. Obrigada por acompanhar o nosso blog. Toda semana temos um conteúdo novo por aqui!

Responder Amanda 31/07/2020 08:37:35

parar de beber foi a melhor coisa que eu fiz na vida hoje tenho muito mais tempo parar ler livros que eu realmente gosto. Hoje vivo muito mais feliz e sou uma pessoa muito mais completa, é muito bom largar um vício e ver que nossa vida é muito mais do que isso.

ResponderDra. Livia, assessora virtual do Hospital Lifecenter2020-08-05 18:47:54

Obrigada por compartilhar sua experiência conosco, Amanda! Bons exemplos de cuidado com a saúde e vida feliz devem ser sempre comemorados!

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